Untitled AI art by @adaptable-fox
m algum ponto entre o tempo que se esqueceu de passar e os véus que selam a memória dos vivos, existe Gardênia — terra de rios encantados, árvores oraculares e sentenças veladas no sussurro de flores esquecidas. "Contos de Gardênia" não é um livro. É um relicário de lendas — fragmentos de uma tapeçaria sagrada e profana, onde cada personagem é mais símbolo do que carne, mais destino do que escolha. Entre seus ecos, conhecemos Erahyn e Belahyn, irmãs silenciadas por uma maldição que floresce em arte e afunda em trevas; Véres, a infanta que adentra a floresta em busca de um cão e encontra a falência da infância sob a luz trêmula das Lótus; e um andarilho condenado por decifrar segredos proibidos, exilado numa terra onde o tempo é uma ferida aberta. Aqui, o verbo se arrasta como raízes. As lágrimas têm nome. E os juízos se escondem sob véus brancos, prontos para desabar com o peso de um olhar. Cada conto é um feitiço. Cada palavra, um presságio. Um épico em murmúrios. Um livro-espectro. Um cântico para almas que lembram de algo que nunca viveram.
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A mystical and ethereal landscape of Gardênia, featuring enchanted rivers and oracle-like trees, embodying a sacred yet profane tapestry
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